segunda-feira, 15 de abril de 2019

Previdência

O prof Pedro Teruji falou na Unip Norte sobre os desafios da previdência, ressaltando a importância de coibir evasão fiscal e de simplificar os procedimentos para com isso aumentar o volume arrecadado.



quinta-feira, 11 de abril de 2019

Simulado ONU

A Unip teve o privilégio de sediar o II Simulado do Conselh de Segurança da ONU (envolvendo a crise na Venezuela).
Nesse simulado os alunos, após realizar um trabalho de pesquisa sobre os países que iriam representar, fazem o papel de diplomatas. A preparação leva em torno de 2 meses.
Ao todo, seis faculdades participaram do projeto. Dezenas de pessoas estavam envolvidas (entre coordenadores, professores e alunos). Pra vocês terem uma ideia, nossa lista de convidados tinha 140 pessoas.
Recebemos dois coronéis do exército brasileiro, com experiência internacional, que falaram sobre a “Operação acolhida” (um projeto das forças armadas sobre a acolhida dos refugiados militares).
“O auditório estava cheio e os nossos alunos foram ao púlpito e nos encheram de orgulho” Afirma o Miguel Marques o Professor responsável e idealizador do projeto.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Prof Fernanda Doretto publica artigo em obra coletiva

participação no recém lançado “Dano Moral Coletivo”, primeira obra do Instituto Brasileiro de Responsabilidade Civil, do qual orgulhosamente sou sócia fundadora. A obra está disponível no site da editora Foco.


Workshop - Pedofilia (Aspectos jurídicos e psicológicos) Profa. Miriam e Profa. Gisele.



Guerra é a temática de artigo que Professor da UNIP Marquês pública em revista A1

http://revistas.unisinos.br/index.php/RECHTD/article/view/rechtd.2018.102.06

Guerra justa, injusta e assimétrica: uma abordagem crítica das normas internacionais da guerra

Douglas de Castro

Resumo


A guerra é uma variável inerente ao sistema internacional desde a Paz de Vestfália, sendo apresentada pelos Estados como uma questão de sobrevivência. Essa retórica dos Estados se constitui em uma luta ideológica promovida no sistema internacional para justificar a expansão europeia sob o argumento da missão civilizadora, que ainda é utilizado em nossos dias pelos Estados poderosos para justificar a universalização intimidante e arrogante da democracia e dos direitos humanos. Para justificar racionalmente a guerra, é necessário criar um direito que possa garantir a realização do interesse nacional dos Estados pela via expansionista, ao mesmo tempo que consolida essa ideologia nas instituições internacionais para garantir que sua legitimidade possua bases científicas e racionais. No entanto, a resistência, fora das bases criadas pelo direito internacional de natureza colonial, faz com que os opositores se tornem marginais ou criminosos, não levando em consideração a natureza de suas demandas. Assim, o presente trabalho pretende apontar de forma crítica a utilização do direito internacional para promover processos de colonização jurídica e política que submete os Estados do Sul Global a uma dependência de valores que desconsidera a complexidade e variedade da formação da identidade desses povos.
Palavras-chave: Direito internacional, guerra, colonialismo, resistência.

Intensivão para a OAB na Marquês


sexta-feira, 18 de maio de 2018

Simulado da ONU




O Prof. Miguel Ângelo Marques, com a ajuda da aluna Paula Lopes Viana organizaram na UNIP Marquês um julgamento simulado do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas sobre o caso da Venezuela. 



Profa da UNIP na organização de congresso internacional

Professora da Unip Norte e Marquês, Dra. Denny, faz parte da organização de congresso internacional sobre erradicação da pobreza e diminuição das desigualdades.

A chamada de artigos para participar do evento vai até 24/05/2018.


Para mais detalhes clique aqui.






http://brazil.academicsstand.org/2018/05/17/call-papers-iii-asap-brazil-conference/

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Contracultura e o Direito - Efeitos de maio de 1968

Maio de 1968 foi um período marcado por movimentos juvenis libertários que defendiam o fim das ditaduras, novos padrões comportamentais e políticas criativas. 
Feminismo, pacifismo, igualdade racial, luta contra censura foram algumas das bandeiras difusas principalmente na França, Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Checoslováquia, China e Japão. 
Os impactos desse ano que abalou o mundo há 50 anos forão o tema desta palestra.
Palestrante Convidado: Alfredo Attié
Presidente da Academia Paulista de Direito. Doutor em Filosofia da USP, exerce a função de Desembargador do TJSP
Organização: Dra. Denny Thame e Dr. Mario Konrad
Tema: Contracultura e o Direito. Efeitos de maio de 1968
Quando: 16/5/2018, 8:30h (quarta-feira)

Onde:   Universidade Paulista, Av. Marquês de São Vicente, 3001, São Paulo, SP








Material apresentado durante a fala de abertura do evento:
http://prezi.com/jh5fuaf6wlrx/?utm_campaign=share&utm_medium=copy


quarta-feira, 21 de março de 2018

Jornada Jurídica Unip Norte 20 de março de 2018




JORNADA JURÍDICA UNIP NORTE

20 de março de 2018

8h30
“O ciclo de violência, buscando formas de evitar a prática criminosa”
Dra Renata Grupp

19h30
 “A perícia médico legal em vítimas de violência doméstica”.
Miriam Garavelli e Dr. Luiz Roberto Fontes

21 de março de 2018

8h30
“Violência Doméstica”
Sergio Barbosa

19h30
“Proteção as Vítimas de Violência”
Regina Pedroso


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Veredas do Direito revista A1 publica artigo em inglês de professores da UNIP Norte e Marquês



Os professores Danielle Denny e Douglas de Castro publicaram artigo acadêmico na Revista Veredas do Direito, a qual é classificada pelo CNPq com a nota máxima: Qualis A1.

Confira mais sobre a publicação clicando aqui.


Resumo


This work analyzes the Agenda 2030 in its main potentiality to lead public policies and private actions towards a more sustainable path. At the same time it acknowledges its dependency on measurements and finance mechanisms for the Sustainable Development Goals implementation. The main argument is that public expectations face difficulties to be translated in public actions, due to, among other factors, the lack of measurement and finance mechanisms. With this purpose it starts describing what is the Agenda 2030, and how this United Nations lead international declaration is structured to be monitored and implemented by States and others multi stakeholders. Secondly it analyses the importance of the measurements to address critical social environmental challenges and to allow comparison between the achievements of each member state. Third it remarks the role-played by international financial institutions, by international investment and by the private sector in general. Forth, the article highlights the drawbacks the methodology of goals can represent when used to overcome collective challenges marked by moral issues and diffuse impacts, being highly dependent on measurements and finance tools. The methodology chosen was the descriptive and normative, the techniques used were documentary, legislative and bibliographic research. 

Palavras-chave


Agenda 2030; Sustainable Development Goals; Global Governance; International Investment Law; International Environmental Law